"Sim e não.
E tudo o que vai a distância do meio.
Renúncias mudas de ontem e hoje
Longe,
Lá onde cicatrizam pegadas no chão.
Centro e margem.
Para que não se conjugue amor e desejo
Sem que se lhes deslíngua a cor,
E se esta exista,
Não seja miragem.
Inteiro e metade.
Porções conhecidas do “um” divisível,
Não dicotômicos,
Não antagônicos,
Mas tal que sejam verdade.
Eu e você.
Não precisa ser inteiro ou metade,
Não carece ser centro ou margem,
Nem sim nem não,
Sejamos, quem sabe, um "por que". "
E tudo o que vai a distância do meio.
Renúncias mudas de ontem e hoje
Longe,
Lá onde cicatrizam pegadas no chão.
Centro e margem.
Para que não se conjugue amor e desejo
Sem que se lhes deslíngua a cor,
E se esta exista,
Não seja miragem.
Inteiro e metade.
Porções conhecidas do “um” divisível,
Não dicotômicos,
Não antagônicos,
Mas tal que sejam verdade.
Eu e você.
Não precisa ser inteiro ou metade,
Não carece ser centro ou margem,
Nem sim nem não,
Sejamos, quem sabe, um "por que". "
Texto da Brisa Nordeste
Esse texto foi escrito por uma grande amiga. Sou fã número 1 dela.

Um comentário:
Honra inenarrável ter você como fã número um..."Meu único fã número um"...rsrs
Cheirão lindo.
Brisa
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